Convidados

Célio Pontes (PE)
Foto: Arquivo Pessoal
Mestre em Educação, Culturas e Identidades pela Universidade Federal Rural de Pernambuco - UFRPE e Fundação Joaquim Nabuco - FUNDAJ, Pós graduado em Gestão e Políticas Culturais pela Universidade de Girona (Espanha) em parceria com o Itaú Cultural, especialista em Economia da Cultura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS e Fundação Joaquim Nabuco - FUNDAJ, com graduação em Educação Artística pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. Atualmente é Comissário na Comissão Nacional de Incentivo à Cultura - CNIC do Ministério da Cidadania, Diretor na Pontes Culturais, Consultor no IDG - Instituto de Desenvolvimento e Gestão. Tem experiência na área de Gestão Cultural, com ênfase em Artes Visuais, Design, Teatro e História da Arte.


Ana Carla Fonseca Reis (SP)
Foto: Arquivo Pessoal
Economista e urbanista, consultora internacional em economia criativa e cidades criativas. Liderou projetos inovadores por 15 anos, na América Latina, em Londres e Milão. É diretora da Garimpo de Soluções, consultora e conferencista em cinco línguas e 32 países. Escreveu vários livros pioneiros, tendo recebido o Prêmio Jabuti em Economia e sido finalista em Urbanismo. Venceu o Prêmio Claudia, em Negócios e foi apontada pelo El País como uma das 8 personalidades brasileiras que impressionam o mundo.


Tarciana Portella (PE)
Foto: Arquivo Pessoal
Graduada em Jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, tem especializações em Direção & Produção de Documentários (Universidade de Salford / Grã Bretanha) e em Gestão Cultural (Itaú Cultural / Cátedra Unesco de Políticas Culturais, Universidade de Girona (Espanha) / Organização dos Estados Ibero-Americanos - OEI) além de estágio em Financiamento e Economia da Cultura na Universidade de Paris-Dauphine. Gerente de Formação e Gestora dos Programas PE Criativo e Cultura Viva da Secretaria de Cultura de Pernambuco desde abril de 2016. Integra a Comissão Deliberativa do FUNCULTURA. Chefe da Representação Regional Nordeste do Ministério da Cultura durante a gestão Gilberto Gil/Juca Ferreira (fevereiro de 2003 à março de 2011).


Emanuella de Jesus (PE)
Foto: Arquivo Pessoal
Licenciada em Educação Artística/Artes Cênicas (UFPE), Especialização em Cultura Pernambucana (FAFIRE) e Mestrado em Artes Cênicas (UFRN). Possuindo ainda, formação em Life Coach pela Sociedade Latino Americana de Coach – Slac. Desde 2012 vem desenvolvendo pesquisas relacionadas a processos criativos com alunos-atores idosos onde busca aliar técnicas do “Fazer Teatral” com a dramaturgia de cunho memorial. Publicou em 2016 o livro “Caminhos para Uma Dramaturgia de Pertencimento – Processos Criativos com Alunos- Atores Idosos”, livro este oriundo de sua dissertação de mestrado na qual desenvolveu uma metodologia específica (Poética da Dramaturgia de Pertencimento) para ensino de teatro para idosos. Atualmente coordena o Programa de Trabalho Envelhecimento Criativo.


Pedro Bennaton (SC)
Foto: Arquivo Pessoal
Pedro Bennaton, cofundador do ERRO Grupo em 2001, diretor, dramaturgo e ator, com graduação (2003) e Mestrado (2009) em Teatro pela Universidade do Estado de Santa Catarina, onde lecionou disciplinas práticas de teatro e performance como colaborador professor entre 2009 e 2012, possui experiência em Artes e Teatro, com ênfase em Intervenção Urbana e Performance. Em 2014, publicou os livros Poética do ERRO: registros e Poética do ERRO: dramaturgias. Em 2016, ingressou no Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Teatro da UDESC e publicou o livro PERSISTÊNCIA, também pelo ERRO Grupo, além de ter o livro Jogo da Guerra no prelo nesse ano. Em 2018 e 2019, realizou uma estância de investigação de Doutorado Sanduíche sob orientação do Prof. Manuel Delgado, Universitat de Barcelona, GRECS / OACU - Departamento de Antropologia Social, sob os auspícios da CAPES-DS e CAPES / PDSE - Brasil (PPGT-UDESC). Sua tese de Doutorado, pelo PPGT-UDESC, com previsão de defesa para março de 2020, é intitulada MODUS OPERRANTE – ESTRATÉGIAS E ATUAÇÃO URBANA: JOGO E PREPARAÇÃO EM UM TEATRO DE SITUAÇÕES e trata sobre os seguintes temas: teatro de rua, espaço urbano, participação, ocupação, observação, invisibilidade e deslocamento.


Verônica Veloso (SP)
Foto: Arquivo Pessoal
Professora Doutora em Pedagogia do Teatro na Universidade de São Paulo. Doutora em Artes pela ECA/USP, tendo realizado parte de sua pesquisa na Université Sorbonne Nouvelle – Paris 3 (apoio Capes), analisando ações teatrais e performativas fundadas no caminhar. Mestre em Artes pela mesma Universidade (apoio Fapesp). Integra o Coletivo Teatro Dodecafônico desde sua fundação em 2008, tendo dirigido algumas encenações e realizado pesquisa sobre intervenção urbana. Acadêmica e artisticamente, tem desenvolvido reflexões sobre a arte contemporânea, seu potencial pedagógico e os desafios recentes apresentados ao espectador de ações performativas e relacionais.


Francis Wilker (UFC)
Foto: Thiago Sabino
Artista integrante do grupo brasiliense Teatro do Concreto e professor do curso de Licenciatura em Teatro do Instituto de Cultura e Arte da Universidade Federal do Ceará. Mestre e doutorando em Artes Cênicas pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), sob orientação de Antônio Araújo. Eleito Melhor Diretor no Prêmio SESC do Teatro Candango pelo espetáculo “Entrepartidas”, atuou também como assistente de direção do espetáculo Bom Retiro, 958m, do Teatro da Vertigem (SP). Nos últimos anos, tem colaborado periodicamente como curador junto a festivais de teatro em todo o país, entre eles, a Plataforma Brasil (MITbr) da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo (MITsp 2020). É autor do livro Encenação no espaço urbano (editora Horizonte, 2018) e têm artigos publicados em sites e revistas dedicados ao pensamento sobre o teatro brasileiro contemporâneo.


Anamaria Sobral (PE)
Foto: Arquivo Pessoal
Atriz, diretora e dramaturgista. Dirigiu: A PALAVRA PROGRESSO NA BOCA DA MINHA MÃE SOAVA TERRIVELMENTE FALSA e MOMDE (junto com Sandra Possani); EM PONTA DE FACA, PALAVRA DA SOMBRA, DEPOIMENTO n. 1, entre outros. Como atriz, atuou em peças e performances como: NU, DEPOIMENTO N.1, HISTÓRIA DO TEMPO, A EXCEÇÃO E A REGRA, DUELO, MISTÉRIO BUFFO, LIMA BARRETO AO TERCEIRO DIA. Pesquisadora na área de dramaturgia cênica, formas híbridas entre teatro e cinema, interpretação, literatura e cultura brasileira. Doutora em Comunicação Social pela UFPE, com a tese AS DUAS CABEÇAS DE ALEXANDRE: Cinema e Teatro em dissonância (2017). Mestre em Teatro pela UNIRIO, com a dissertação: Por um teatro blasfemo: a dramaturgia cênica de Moacir Chaves (2005). Bacharel em Comunicação Social pela Universidade Católica de Pernambuco - UNICAP, com o TCC Insurreição (vídeo experimental). Diretora, atriz e dramaturgista. Atualmente é professora de Interpretação e de História do Teatro, nos Cursos de Interpretação para Teatro do Serviço Social do Comércio /SESC-PE (Piedade e Santo Amaro).


Rodrigo Cunha (SESC PE)
Foto: Arquivo Pessoal
Nascido em Recife e criado nas ruas de Casa Amarela, Rodrigo se encantou com o teatro pelo intermédio de uma tia ainda nos anos 80. Na década de 90 entra para o Grupo de Teatro Dose Humana, grupo escolar e desde então pautou sua trajetória por caminhos que lhe aproximassem do palco. Desta forma, ingressou na Licenciatura em Artes Cênicas na UFPE nos anos 2000 e desde então vem investigando o teatro e seus desdobramentos artísticos e pedagógicos. Mestre em Artes Cênicas pela UFRN, professor de teatro do Sesc Pernambuco desde 2005. À frente do Coletivo de Teatro Bárbara Idade desenvolve uma pesquisa artístico/pedagógica acerca do ensino de teatro para terceira idade. Também no Sesc realiza a coordenação pedagógica do Curso de Interpretação para Teatro bem como ministra aulas para os cursos livres e turmas para crianças.


Maria Clara Camarotti (UFPE)
Foto: Arquivo Pessoal
Artista integrante do Coletivo Lugar Comum de Recife, Pernambuco, é formada no curso de Licenciatura em Educação Artística da Universidade Federal de Pernambuco e especialista em Gestão e Produção Cultural. Trabalha com teatro há mais de 22 anos, tanto no campo pedagógico como nas áreas de criação e gestão, desenvolvendo atividades como atriz, diretora, professora, produtora e gestora. Hoje em dia tem pesquisado e se exercendo criativamente na linguagem da dança contemporânea e performance. Atualmente encontra-se como professora substituta do curso de Licenciatura em Teatro da UFPE.


Fred Nascimento (Escola Municipal de Arte João Pernambuco)
Foto: Sori Galtama
Professor-performer de artes cênicas, encenador, músico, pesquisador da performance; diretor do Grupo Totem; Mestre em Artes Cênicas (2012-UFRN); Especialista em Artes Cênicas (1991-UFPE); Graduado em Artes Cênicas (1983-UFPE); Professor formador/técnico da Sec. Educação PE; Professor de Teatro da EMAJPE/PCR; Professor do Curso de Pós-Graduação em Sociodrama e Psicodrama da ESUDA; Professor da Pós-Graduação do Curso de Cultura Pernambucana da FAFIRE. Tem diversos textos publicados em anais de Congressos de Artes Cênicas, Teatro Educação e Arte Educação. É membro da ABRACE e da FAEB.


Liana Gesteira (PE)
Foto: Arquivo Pessoal
Artista integrante do Coletivo Lugar Comum desde 2008, criadora integrante do elenco do espetáculo Segunda Pele e da performance de rua Motim. Criadora e dançarina do solo Topografias do Feminino, e atuou como preparadora corporal e assistente de coreografia do espetáculo Leve. Atua como pesquisadora do Acervo RecorDança desde 2003. Mestre em Dança pela UFBA; especialista em dança ela Faculdade Angel Vianna; e jornalista graduada pela UNICAP. É coordenadora do Contato Coletivo – Encontro de Contato Improvisação de Pernambuco e atualmente integra a equipe do portal 4Parede.


Fernando Rybka (PE)
Foto: Arquivo Pessoal
Artista do Teatro Miçanga, iniciou seus estudos com atuação em 2010, na Argentina. Lá, fez a formação do teatro San Martín e estudou teatro físico no Centro Cultural Rojas, participando também de diversos outros cursos. Em Recife, estudou no Sesc de Santo Amaro e fez parte do Coletivo de Teatro Domínio Público do mesmo. Como ator, participou de espetáculos dirigidos por Lorena Vega, Rodrigo Cunha, Samuel Santos, Anamaria Sobral, Ceronha Pontes, Nazaré Sodré, Marianne Consentino e Raimundo Branco. Em 2016 começa com o Teatro Miçanga uma busca do fazer artístico fora do edifício teatral, culminando com o espetáculo Deslenhar. Em 2018, realiza um estudo sobre a performatividade em espaços não concebidos para a realização cênica com diversos artistas da cidade como conclusão do curso de formação do Sesc. No ano de 2019, o Teatro Miçanga inicia uma pesquisa com o incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura, Funcultura, em busca de uma reflexão sobre uma dramaturgia do espectador através de cartografias espaciais e percursos urbanos.


Rodrigo Torres (PE)
Foto: Arquivo Pessoal
Formado em Educação Artística/ Artes Cênicas (UFPE), começando nesse mesmo período o contato com o teatro popular de rua, a partir do “Grupo de Teatro Popular Vem Cá Vem Vê”, iniciando sua trajetória de arte educador popular e artista de rua, tendo experiências com produções e grupos locais e nacionais, eventos, festivais, encontros e campanhas educativas, além de uma forte dedicação ao teatro corporativo “Teatro Empresa”. Enquanto Arte Educador “Social”, desenvolveu um trabalho sempre voltado para pessoas em situação de vulnerabilidade social, pesquisando e aplicando a “Poética do Oprimido”, proposta por Augusto Boal e utilizando o ‘Teatro Popular”, em especial o “Teatro de Rua”, como possibilidade de reconstrução e transformação política, social, pessoal e consequentemente do mundo. Participa em 2007 da fundação do “Grupo de Teatro de Rua Loucos e Oprimidos da Maciel”, como ator e produtor, grupo do qual faz parte até os dias atuais, desenvolvendo também as funções de diretor artístico, assistente de direção e coordenador de Produção, contribuindo e dando continuidade a pesquisa do grupo trabalhando a poesia genuinamente pernambucana através da “Cenopoesia” e do “Teatro de Rua”, pesquisando os poetas conhecidos como: “NOVOS, ALTERNATIVOS, MARGINAIS, SUBTERRÂNEOS, PERIFÉRICOS OU UNDERGROUNDS” sempre utilizando, laboratórios e jogos teatrais, buscando uma linguagem própria para o fazer teatral de rua da trupe.. Em 2013 retoma as descobertas e as vivências com a palhaçaria pesquisando o “Palhaço de Rua e sua Brincadeira”, a partir do olhar e da poética do seu “Palhaço Arribaçã.


Mônica Lira (PE)
Foto: Ivan Dantas
Diretora Mônica Lira Bailarina, coreógrafa, professora, artista da dança e produtora. Diretora do Grupo Experimental (Recife) desde 1993 ano de sua criação, onde criou mais de 20 obras de dança, nos 25 trajetória do grupo, circulando por todas as regiões do Brasil, além dos países: Peru, Equador, Argentina, Chile, Paraguai, Portugal, Itália e Espanha. Realizou durante 10 anos o projeto social "Núcleo de Formação em Dança" com mais de 500 jovens p promovidas pelo Grupo Experimental através de sua metodologia. Atuante na política cultural local, foi uma das fundadoras do Movimento Dança Recife (uma articulação política com 15 anos de atuação). Já trabalhou como gestora pú participou do conselho de cultura. Pós graduada em Gestão e Produção Cultura, atualmente está em processo de conclusão do curso de “Especialização em Estudos Contemporâneos em Dança" pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). É criadora e diretora do projeto Pontilhados Intervenções Humanas em Ambientes Urbanos, apoiado pelo Rumos Itaú Cultural 2017 assina ao lado de Silvia Góes o roteiro de pesquisa das obras criadas para Porto Alegre e São Paulo.


Giordano Castro (PE)
Foto: Pedro Escobar
É ator e dramaturgo. Nasceu em Recife, Pernambuco, em 7 de abril de 1986. Licenciado em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), realizou também um intercâmbio internacional em Estudos Artísticos pela Universidade de Coimbra (Portugal). É membro e um dos fundadores do Grupo Teatral Magiluth. Como ator participa de quase todos os trabalhos do grupo e é responsável por cinco dramaturgias montadas pelo Magiluth: “Um Torto”, “Aquilo que meu Olhar Guardou para Você”, “Luiz Lua Gonzaga”; e “O ano em que sonhamos perigosamente”; em parceria com Pedro Wagner e “Dinamarca”. No audiovisual, esteve em “Tatuagem” de Hilton Lacerda, “Tungstênio” de Heitor Dahlia, na série “Treze dias longe do sol” e “ supersérie” “Onde Nascem os Fortes”.


Amir Haddad (MG)
Foto: Alessandro Persan
Diretor e professor de teatro, diversas vezes premiado. Seu trabalho, nacional e internacionalmente reconhecido, tem como objetivo recuperar o sentido de festa do Teatro e a dramaticidade das festas populares, ressaltando os aspectos de pesquisa e de educação que norteiam suas buscas pela transformação do teatro, comprovados pela constância e persistência com que desenvolve núcleos de trabalho – espaços de desenvolvimento de seus questionamentos sobre o ator como indivíduo, o espaço, a dramaturgia - e pela prática permanente enquanto educador. Considerado um dos maiores encenadores do Brasil, o criador do Grupo Tá na Rua, iniciado em 1980, leva a arte do teatro para o espaço aberto das ruas e praças, ressaltando a importância das comemorações populares na vida social e cultural das cidades. Amir Haddad recupera para o teatro o seu sentido de festa popular, dela resgatando sua dramaticidade. Reconhecido internacionalmente, desenvolve uma série de atividades didáticas nas artes cênicas como oficinas, seminários e cursos. É criador de um teatro preocupado em se comunicar e se tornar cada vez mais próximo de sua platéia. Dos palcos às salas abertas, das quadras às ruas e às praças, rompeu a Quarta parede para abrir um caminho em direção a um teatro vivo e transformador para quem o vive e o faz. Como resultado de suas pesquisas e investigações, nestas áreas do teatro, desenvolveu ferramentas eficientes para a construção de um ator que responda ao sentimento contemporâneo, ao mesmo tempo em que o instrumentaliza para uma leitura aguda e profunda da trajetória humana e da dramaturgia produzida pelo teatro em todos os tempos.


Rodrigo Dourado (PE)
Foto: Alessandro Persan
Professor do Departamento de Teoria da Arte e Expressão Artística da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Doutor em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia, Mestre em Comunicação pela Universidade Federal de Pernambuco. Desenvolve pesquisa na área de Performatividade e Teatro Contemporâneo; Sexualidades e Teatro; Identidades e Teatro; Estudos Queer. É também tradutor, dramaturgista e fundador/diretor do grupo Teatro de Fronteira, com atuação na cidade do Recife (PE).